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Ageismo Preconceito e Autoestima




Ageismo, Preconceito e Autoestima

Uma em cada duas pessoas em todo o mundo tem atitudes preconceituosas, o que tem consequências negativas na saúde física e mental das pessoas idosas e na sua qualidade de vida, de acordo com um novo relatório das Nações Unidas sobre a idade.

Este relatório, divulgado hoje pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (OHCHR), o Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais (DESA) do Secretariado das Nações Unidas, as Nações Unidas e o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) pede uma ação urgente para combater o preconceito etário, medi-lo melhor e relatá-lo com mais eficácia, a fim de mostrar o que ele é: um flagelo insidioso de que a sociedade sofre.

A resposta à pandemia COVID-19 revelou o quão frequente é essa discriminação e estereótipos não só entre os idosos, mas também entre os jovens, o quanto tem sido utilizada no debate público e divulgada nas redes sociais. Em alguns casos, a idade tem sido usada como o único critério para determinar o acesso a cuidados médicos e tratamento que salvam vidas e para justificar o isolamento físico.

Muitas vezes também o próprio idoso se sente diminuído, inferiorizado, por acreditar que sua capacidade está comprometida, ou por saber que é avaliado pejorativamente.

Este sentimento é prejudicial e deve ser revertido para que haja uma melhora na saúde e na qualidade de vida. Nestes casos, uma terapia adequada terá, sem dúvida, um efeito decisivo no bem-estar, no humor e no funcionamento de todas as funções do organismo.

Idosos são perfeitamente capazes (muitas vezes bem mais capazes do que ao mais jovens), e precisam ter seu espaço garantido. Mas antes de tudo é preciso que haja a auto-valorização. Este é o primeiro passo para vencer o preconceito e “alçar novos voos”

Eloah Mestieri

Psicanalista/Bioalinhadora/TCC

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